Agradecimento do Diretor

Bom eu não sou muito bom com as palavras, na minha cabeça fica tudo em ordem e sei tudo o que quero falar, mas na hora de falar ou escrever não consigo dizer tudo aqui o que quero, mas tentarei fazer da melhor forma possível.

Eu sei que os delegados são a coisa mais importante do MINIONU, mas queria pedir desculpas a vocês, primeiro preciso agradecer as pessoas que caminharam comigo ao longo desse um ano, já que o projeto começou a ser montado logo após o fim do 13º MINIONU. Muito obrigado Bruna Faustino e Emilene Santos que me ajudaram a montar o guia de estudos, que junto comigo viraram noites e noites fazendo os dossiês para que pudéssemos entregar todos dentro do prazo e com antecedência para não prejudicar a preparação de nenhum de vocês delegados. Bruna e Emilene desculpem qualquer coisa todos os treinamentos e reuniões extras que convoquei e vocês prontamente se dispuseram, pode ser que naquele momento parecesse uma coisa chata e desnecessária, mas acredito também que depois desses quatro dias ficou claro pra todos nós que esses tempo a mais que investimos deu resultado e como deu. Agradeço aos meus voluntários Daniele Salum, Írven Xavier e Philipe Barcelos que chegaram depois, cada um com suas características especificas que as vezes me deixavam receoso, mas que nesses quatro dias não só fizeram tudo que deviam fazer, como se dispuseram a fazer muito mais do que precisavam fazer, espero ter sido um bom diretor pra vocês e que vocês se quiserem possam dar continuidade a esse projeto tão lindo que é o MINIONU estou a disposição de vocês para qualquer coisa. Não poderia deixar de agradecer aos chefes Thales Linke o Secretário Geral e a Camila Viana Ciancalio nossa Assessora Acadêmica pela paciência, conselhos e por acreditarem no projeto. Ah e também não poderia deixar de fora nosso brilhante palestrante Prof. Júlio Buere que deu um show em nosso workshop e que se dispôs a passar boa parte de seu domingo conosco engrandecendo nosso projeto.

Enfim chego aos delegados que na verdade são os grandes responsáveis pelo sucesso deste comitê. Espero que nossas postagens, guias, dossiês tenham ajudado na preparação de vocês, espero ter conseguido ajudar todos aqueles que me procuraram diretamente. Vocês estão de parabéns de verdade, não teria como comparar vocês com nenhum outro comitê ou simulação que eu já tenha visto ou participado, porque vocês facilmente superariam todos eles. Quero dizer que compreendo perfeitamente aqueles que choraram por estar participando do seu último MINIONU, este infelizmente também é o meu último e tentei me segurar ao máximo pra não chorar hoje na nossa última sessão, afinal o diretor não pode chorar dentro do comitê. Gostaria de me deixar a disposição de vocês para ajudá-los em futuros MINIONU’s ou simplesmente para uma conversa amiga. No mais me desculpem por qualquer coisa, fiz o melhor para sermos o melhor comitê do MINIONU se é que é possível dizer que algum comitê é melhor do que o outro. Obrigado por terem me ajudado a concluir de maneira sensacional esse projeto que eu doei um ano da minha vida. E por fim se eu puder fazer um pedido a vocês, principalmente aqueles que podem voltar ao MINIONU cuidem bem da Bruna e dos nossos voluntários Daniele, Írven e Philipe que ainda podem seguir uma carreira de muito sucesso nesse projeto e podem ajudar vocês e muito no futuro.

Finalizando esse pequeno grande agradecimento eu não poderia deixar de citar o trecho de uma música da minha banda preferida “a liberdade é essencial pra mim, felicidade é essencial pra mim, se quem eu amo tem amor por mim eu sei que ainda estamos longe do fim, então vamos viver que um dia a gente se encontra” (Charlie Brown Jr. – Um dia a gente se encontra)

Foi um prazer conhecer e conviver com cada um de vocês.

Assinado

Carlos Portela, diretor da Organização dos Estados Americanos de 1962 no 14º MINIONU.

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Aliança para o Progresso

A Aliança para o Progresso foi um acordo assinado no âmbito da OEA, no Encontro Extraordinário do Conselho Econômico e Social Interamericano, na cidade de Punta del Este, no Uruguai, no período de 5 a 17 de agosto de 1961. A Aliança caracterizou-se como um projeto político norte-americano cujo eixo principal era a integração política, econômica, social e cultural dos países do continente através do desenvolvimento econômico, social e político.

Tratava-se de uma estratégia de cooperação multilateral que assemelhava-se, em alguns aspectos, ao Plano Marshall. A Aliança, divulgada na presidência de John Kennedy, era uma resposta aos acontecimentos revolucionários em Cuba e às pressões de setores políticos e governamentais latino-americanos preocupados com a situação econômica e social da região. Além disso, era uma estratégia para impedir o avanço da ameaça soviética na região. Ao fim da Reunião do Conselho Econômico e Social Interamericano, Cuba, sob representação diplomática de Ernesto Guevara, não havia concordado com a proposta feita pelos americanos a respeito da Aliança para o Progresso e, por isso, ficou fora da ajuda estadunidense.

Algumas fontes afirmam que a Aliança para o Progresso foi estruturada segundo os princípios da operação Pan-Americana (OPA), proposta pelo presidente Juscelino Kubitschek, em 1958. A OPA tinha por objetivo unir todos os países do continente americano em torno de um projeto de desenvolvimento social e econômico, e combate à pobreza, ao subdesenvolvimento e demais carências comuns a todos as nações americanas. E as palavras de Kennedy a isso se assemelharam em seu discurso: A Aliança era um esforço cooperativo, sem paralelo em sua magnitude e nobreza de propósitos, para satisfazer as necessidades básicas dos povos americanos por casa, trabalho e terra, saúde e escola. (KENNEDY, 1961 apud RIBEIRO, 2006). Ao fim de tudo, os propósitos da Carta de Punta del Este exaltavam a força da democracia e os ideais liberais.

Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR)

O Tratado Interamericano de Assistência Recíproca, que busca “assegurar a autodefesa coletiva legitima no caso de um ataque de potência estrangeira de fora da região e decidir ações conjuntas no caso de um conflito entre dois Estados partes do tratado (OEA, 2013)”, apresenta-se como um dos principais tratados da OEA.

A carta foi adotada no Rio de Janeiro em 1947, na Conferência Interamericana para Manutenção da Paz e Segurança no Continente. Percebe-se que o ambiente pós segunda guerra, e início da Guerra Fria os Estados Americanos, preocupavam-se com ameaça fora do continente de forma que havia a previsão de uma ação conjunta caso houvesse algum ataque armado à região.

O Tratado prevê três hipóteses de intervenção: duas quando o conflito é entre Estados americanos e Estados de outro continente (Art. 3° e 6°) e uma quando é entre Estados americanos (Art. 7°).

Para Sepúlveda (SEPÚLVEDA, 1974, p33-37 APUD XAVIER 2010 p.20) o tratado apresentava algumas falhas como uma mesclagem de questões de defesa coletiva com questões de segurança coletiva, uma produção de um regulamento assimétrico diante das capacidades militares perante os armamentos dos EUA a frente de outros Estados, a utilização de conceitos imprecisos como “agressão” e “agressão que não seja ataque armado” que é capaz de favorecer a manipulação política dos assuntos de segurança no continente, e o tratamento de mesma maneira conflitos intra e extra-continentais.

A primeira vez em um Estado utilizou o TIAR foi em 1948 pela Costa Rica. Ao apresentar o art.6, alegava que tropas procedentes da Nicarágua estariam em seu território. A Nicarágua negou o fato acusando a Legião do Caribe da provável invasão. O órgão de consulta propôs uma comissão composta por embaixadores do Brasil, Colômbia, Estados Unidos e México. A conclusão era de que as tropas revolucionárias seriam de origem nicaragüense. O conselho reiterou o principio da não intervenção e

Em 1949 os países assinaram um pacto de amizade onde se comprometeriam a evitar futuros detrimentos. (ARRIGHI, 2004)

Em novembro de 1961 uma reunião de consulta também foi solicitada pela Colômbia, logo após Cuba declarar-se socialista (1° Maio), de forma que o Estado alegou os artigos 6 e 11 do TIAR, que se trata das ameaças de paz e independência política dos Estados americanos. Tal convocação levou à 8ª Reunião de Consulta dos Ministros das Relações Exteriores, em 22 a 31 de janeiro de 1962, que serviu de órgão de consulta do TIAR. Para Peralta (2009), os Estados Unidos estavam empenhados em promover a mudança do regime político de Cuba. Percebe-se que após os embargos econômicos severos, a votação levou a suspensão de Cuba da OEA.

Lembrando a todos que mesmo com essa análise a leitura do documento original é recomendada a todos. O documento encontra-se em: http://www.oas.org/juridico/spanish/tratados/b-29.html

Dossiê Estados Unidos

Os Estados Unidos localiza-se na América do Norte e faz fronteira com Canadá e México, levando em conta o estado do Alasca que encontra-se no noroeste do continente, os Estados Unidos faz fronteira também com a Rússia através do estreito de Bering.

Mapa Estados Unidos

 

Na bandeira estadunidense cada uma das estrelas simboliza um estado do país. As faixas horizontais representam as antigas Treze Colônias. As faixas vermelhas simbolizam resistência e valor. As brancas simbolizam pureza e inocência. O azul representa vigilância, perseverança e justiça.

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Bandeira Estados Unidos

Dossiê Peru

A República do Peru faz fronteira com Brasil, Equador, Colômbia, Bolívia e Chile.

Mapa Peru

 

Ainda não existe um consenso sobre como surgiu o nome Peru, mas a história mais aceita é que os espanhóis quando chegaram na região perguntaram aos nativos como se chamava o lugar, a resposta foi “Biru”, que por sua vez significa “não entendo”, e com o passar do tempo o nome acabou se transformando em Peru.

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Bandeira Peru

Dossiê Uruguai

O Uruguai é o segundo menor país da América do Sul, faz fronteira apenas com Brasil e Argentina.

mapa uruguai

 

A murga é um fenômeno típico que acontece no Carnaval de Montevidéu. Trata-se de um conjunto de pessoas que se reúnem para cantar e ensaiar para competições no Carnaval. Consiste em zombar e criticar os modelos de governo e na caracterização de personagens públicos de maior destaque ao longo do ano.

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bandeira uruguai